domingo, 13 de dezembro de 2009

Pelos Caminhos de minha Vida

Daí que eu comecei a ler um livro. Autor antigo, da época da 2º guerra mundial e a história também.

O conto era sobre um jovem escocês de cabelos ruivos que cursva medicina em uma pouco tradicional faculdade de medicina em Glascow. O cara se forma com louvor, embora fosse tão fudido que mal podia pagar o aluguel. Se virou um empreguinho miserável, que dadas as condições, era, como se diz, um emprego do caralho.

Após se formar ele arruma emprego em um navio transatlântico que transportava pessoas até a Índia. Descrevia um surto de rubéola a bordo e todas as suas dificuldades.

depois de anos seu instinto conduziu-o até o cargo de médico assistente em um vilarejo. O livro descreve vários casos que ele manda benzão, diagnóstico do cara é fodástico. Eu me animava cada vez mais com o livro e com os casos. Nem percebia-se a época da trama se não fosse os meios de transporte que ele relatava.

Após a morte do chefe dele, ele se casa e transfere-se para uma cidalela mal aprumada: uma cidade mineira. Logo no primeiro dia ele desce 500 metros numa mina pra amputar um mineiro, cuja perna tinha sido esmagada por um desmoronamento. E eram só coisas desse quilate que aconteciam lá.

Seu espiríto não sossegava em nenhuma lugar, então tratou de juntar suas economias e correr para Londres, onde arrumou ume escritório e começou a prosperar assustadoramente. Atendia famosos e pessoas podres de ricas. Por decisão do destino, paralelamente atendia uns fudidos de uma bairro pobre, por ajuda a uma madre de uma Igreja que lá havia.

Quando se encontrava no auge da sua carreira em termos financeiros e influência social, ele descobre uma doença e resolve se mudar para o campo. Para sua família, ele diz apenas que quer se afastar do tumulto e fazer algo que sempre quis: escrever.

Após turbulentos conflitos mentais, ele termina sem livro e, descrente, envia para uma editora. Depois de quase um mês, ele recebe a inesperada resposta da editora: seu livro era um sucesso e iam pagar um fortuna pelo livro. O cara fica podre de rico.

Nessa parte eu comecei a achar que o livro tinha ficado escroto. O cara foi médico de bordo num transatlântico que ia até a Índia, foi médico de vilarejo e cidadelas mineiras, tinha sido médico de famosos e pessoas de caráter internacional enquanto atendia gratuitamente nas "favelas" e ao fim ainda vira um escritor sinistro. Pensei "Ahhh, abusou demais!!!".

Aí o livro fica muito chato, o cara começa a ficar todo religioso e fica falando de Deus e suas graças divinas (isso durante a 2ª guerra mundial). Blargh.

Mas vale a pena de ler. Principalmente quando você vai logo ni iniciozinho, onde fala sobre o autor. Porque aí você descobre que, na verdade, é uma autobiografia.







Livro: Pelos caminhos de minha vida
Autor: Cronin

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Review Crepusculo

Vi o filme da moda. Antes de ver meu irmão falou: "ah, vai ver esse filminho de adolescente mesmo?". Disse que sim, até porque eu queria ter lido o livro que o Arthur não me emprestou, não sei se por falta de interesse meu ou falta de disponibilidade do livro. Enfim, foda-se. Consegui achar na internet e baixei o filme e na primeira oportunidade, resolvi assistir, ou seja, 5 dias depois.

No início é um pouco difícil entender as personagens, porque em um livro costuma-se descrever um pouco da personalidade e os pensamentos que brotam em suas mentes, e vendo o filme você tem que ir presumindo até capturar a essência dos mesmos, mas sendo um pouco safo você pega as coisas facilmente.

As personagens têm as característica dos principais casais em típicos filmes de romance bem nhé nhé nhé, mas rodeado de pessoas normais, que ajuda a situar o tempo/espaço do filme (se o casal e jogasse em um filme mais antigo, beleza, ninguém percebia).

Embora todos saibamos que não cabem todos os detalhes do livro em um filme de 2 horas, creio que souberam separar os pricipais sem desapontar os leitores (digo isso baseado em nada porque, conforme disse, não li a droga do livro) e não deve ter deizado aquela sensação de "faltou algo" como no Harry Potter (ou "faltou tudo" como no quarto filme!)

Fato interessante é que até a menina dizer que eles estavam perdidamente apaixonados, você não odia confirmar nada porque até então nem um beijinho, nem nada. Sim, durante o filme todo rolou só dois e muito mixuriquinhas.

Malandros que são, deixaram uma brecha pro segundo filme/livro, tanto que aí está no cinema. Queria muito assistir, mas prefiro esperar um pouco e fazer download também. E estou ansioso, devo dizer.

De um modo geral, se amarrei [sic] no filme e daria uma nota 8, acima de "O Procurado"e ao lado de "X-Men - Origens"




p.s.: muito linda a atriz, apaixonei.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Profissões

Queria ser médico às vezes. Deve ser muito engraçado. Imagine a seguinte situação:

- Dotô, tô meio ruim, sabe?
- Ah, é, seu Pereira? E o que o senhor está sentindo?
- Ah, dor no corpo todo, cansaço...
- No corpo todo? Inclusive no cu?
- ... como assim dotô? Tô aqui todo fudido e o sinhô fica de brincadera?
- Seu Pereira... como médico eu preciso saber de tudo.
- Tá bom então... tô até com dor no cu dotô.
- HUAHUAHUAHAH que isso seu Pereira!!! Não sabia que o senhor era viado assim não. Mas enfim!.. toma aqui essa receita... tome o remédio três vezes ao dia...

Ou então...

- Por favor, Patrícia, tire a roupa.
- Mas eu nem disse o que eu tenho doutor!
- E o que você tem?
- Enxaqueca.
- Então tire a roupa.


Ou até mesmo...


- Você não tinha que trabalhar hoje, querido?
- Hhauhaua. Você me diverte mulher. esqueceu que eu me aposentei?
- Ué, pensei que você tava trabalahndo no Souza Aguiar ainda...
- Então!

sábado, 7 de novembro de 2009

Clique na imagem pra conseguir ler!!!

domingo, 18 de outubro de 2009

Foi pro caralho


Qualquer dia desses vou pra casa do caralho buscar tudo meu que foi pra lá. Como, por exemplo, boa parte da minha paciência. Ou meu tempo, que vira e mexe está por lá. Meu direito a um transporte decente também é uma das coisas que sinto falta.

Não faz muito tempo uma caneta minha foi pra lá, dela não sinto muita falta, mas há coisas que deveriam ficar por aqui, não entendo porque teimam em ir pra lá.

Pensando nisso lembrei de um simpático sujeito que em um momento de fúria me mandou visitar tal habitação. Obviamente não fui, na ocasião apenas minha compostura foi, eu mesmo fiquei. Porém agora, depois de pensar melhor acho que vou dar um pulinho nessa tal residência, pra tentar reaver algumas coisas que me fazem falta.

E se você quiser me ajudar poderia me fazer um grande favor e ir pra puta que pariu, mandei algumas pessoas pra lá e estou arrependido, se possível gostaria que fosse até lá e as chamasse de volta.


Grato.